Região

Produtores rurais da região de Bagé irão ampliar área orizícola

14/09/2020 10:18
 

Com cenários interno e externo aquecidos na cultura do arroz, os produtores do Rio Grande do Sul, através da Emater/RS-Ascar, InstitutoRio Grandense do Arroz (Irga)e a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), estão projetando um aumento de cerca de 30 mil hectares em relação à safra passada.

Com as exportações ultrapassando 2 milhões de toneladas e o consumo interno incrementado em cerca de 4%, a soma dos baixos estoques mundiais de passagem vem favorecendo o crescimento dos preços em casca e beneficiados, superando em 100% aos praticados do início do ano. Esse estímulo provoca o aumento do cultivo de arroz, principalmente ao produtor que possui disponibilidade de área e boas condições hídricas.

A ampliação permite que algumas áreas marginais e de risco, como várzeas de rios, ingressem novamente à produção, fazendo o produtor avaliar possíveis sinistros climáticos, na rentabilidade, em função de menores produtividades e no endividamento, pelo encarecimento de insumos e energia elétrica.

Segundo o extensionista da Emater/RS-Ascar na região de Bagé, Fabio Sangbusch Gallarreta, a Instituição vem atuando no suporte ao produtor, orientando sobre os créditos rurais, na elaboração dos custeios e prestando Assistência Técnicas e Extensão Rural e Social (Aters) para a ampliação consciente da área. Como é o caso do produtor Fabiano Kruger Pacheco, da localidade da Barragem Sanchurí, assistido pelo extensionista rural Emanoel Nunes, do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Uruguaiana.

Pacheco é um dos produtores que está retomando as atividades da cultura nesta safra, com boas expectativas para este ano, em função de clima e preços. A estimativa é produzir arroz nos 120 hectares que possui, uma média de 260 sacas por quadra. “Nossas terras são muito arenosas, por isso a média não passa muito disso”, explica o produtor.

 

 

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar



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