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  Lavras do Sul

Empresa divulga dados sobre a mineração de ouro

20/08/2012 09:35
 

A empresa começou a perfurar o solo lavrense em 2006 (Foto:Amarillo Gold/Divulgação)

O site da Amarillo Gold, uma das maiores empresas de mineração do mundo, disponibiliza na Internet um texto sobre as características das ocorrências de ouro no Município de Lavras do Sul. A empresa atua no interior lavrense, na exploração do mineral. A informação é do site Panorama Lavrense.

Vamos conferir, na sequência, alguns trechos do texto do artigo elaborado pela empresa (o texto completo, em Inglês, está no link referenciado), apresentados aqui com tradução adaptada em Português.

O Projeto Lavras do Sul é centrada em uma área de 100 km², composta por granito, localizada no extremo sul do Brasil no estado do Rio Grande do Sul. A cidade de Lavras do Sul (cerca de 8.000 habitantes) fica aproximadamente no centro da intrusão granítica e está localizada a 320 km de estrada asfaltada da capital do estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

O projeto abrange 36.532 hectares de licenças de exploração mineral e de participações privadas. O ouro em Lavras do Sul está hospedado em estruturas e zonas de alteração de rochas. Existem duas zonas conhecidas de mineralização significativa do ouro disseminado, Butiá e Cerrito. A infraestrutura local é excelente e há faixas boas faixas de fazenda em toda a área da intrusão. A cidade tem um vasto histórico de mineração.

Lavras do Sul (conhecida também como "escavações do Sul") foi objeto de sucessivas levas de garimpeiros em busca do ouro em 1880 e 1930, durante o qual estima-se que cerca de 350 mil onças (unidade de medida) de ouro foram extraídas. Existem inúmeras escavações em toda a área, em alguns horizontes de solo, onde o ouro foi relativamente fácil de extrair usando a tecnologia da época.

No entanto, esta tecnologia não era suficiente para lidar com o ouro. A empresa estatal Companhia Brasileira do Cobre (CBC) realizou extrações nas minas do Butiá e zonas do Cerrito, em 1985, e os ensaios resultaram em cerca de 1 grama por tonelada de ouro composta por sulfuretos. Rio Tinto foi atraído para a área em 2004, por analogia com Paracatu, uma mina de ouro rentáveis do Brasil anteriormente de propriedade da Rio Tinto.

O conceito era que poderia haver um cobertor grande óxido de ouro com menos de 4g / t. Exploração Racional: a Amarillo Gold acredita que existe um excelente potencial para a exploração do óxido e do sulfeto de ouro no Projeto Lavras do Sul. O trabalho realizado pelas empresas Rio Tinto e CBC já demonstrou que o Cerrito e zonas de Butiá tem a grande mineralização de ouro. Um total de 46 escavações foram perfuradas pelos dois operadores que lá trabalham. A mineralização de ouro em ambas as zonas é aberta em várias direções. A mineralização está associada com pirita e hospedada em zonas de alterações estruturais no granito lá existente.

A empresa Amarillo Gold começou a perfurar em solo lavrense em dezembro de 2006. Três buracos foram perfurados na zona de Butiá. Esses foram perfurados na direção sudoeste/nordeste, na direção oposta à perfuração inicial e executada historicamente, para definir melhor a zona estrutural que controla a mineralização. A Amarillo Gold acredita que a ocorrência de ouro em óxidos acima da zona de sulfuretos é importante, e mostra que pode haver grandes quantidades de ouro em óxido de magnitude acima da mineralização de sulfetos.

Há pelo menos 10 zonas distintas de escavações. Nosso trabalho de mapeamento revela diversas áreas de alteração e funcionamento das reservas e minas. Em apenas duas destas zonas, Butiá e Cerrito, já foi testado o uso de broca, demonstrando resultados interessantes.

O aspecto mais interessante do Projeto Lavras do Sul é que não há nenhuma diferença mais saliente entre Butiá e Cerrito, por um lado, e as outras áreas de garimpo, por outro. A Companhia acredita que há boas possibilidades de encontrar várias zonas de mineralização de ouro sob essas outras áreas. A orientação de amostragem do solo ao longo da zona Cerrito pode delinear a mineralização de sulfureto e sugerir extensões para a mineralização e exploração do ouro. A Companhia pretende utilizar essa técnica em outros lugares também.


Fonte: Panorama Lavrense

Farrapo